Hoje pensei em escrever simples.
O que sinto, talvez eu saiba o que é, ou talvez não queira entender, apenas sentir.
Essas sensações gelam-me o espírito.
Não consigo não compartilhar com algumas pessoas, perguntar o que fariam em meu lugar, mas não adianta; sou eu, apenas eu posso me compreender ou ao menos tentar.
Sinto-me por vezes aprisionada, dentro de padrões que não tenho e não quero seguir! Porque preciso me submeter por vezes a isso?!
Tudo seria tão mais simples se a vida fosse menos complicada, padrões quebrados, relações assumidas sem medo de que se quebrasse a cara, todos fôssemos felizes, realizássemos nossas vontades de viver, simplesmente viver além daquilo que nos é colocado!
Eu quero tanto ser feliz, experimentar, viver, por que não?!
Será que eu mesma não me permito, será que o mundo é complicado ou eu que complico.
Dá-me luz!
Dá-me luz!
Hoje só tenho a agradecer as lindas companhias que me ouviram e me apoiaram.
Dá-me luz
Eu quero amor
Quero amar
Ser feliz
Dá-me luz!
Dá-me luz!
Por vezes me sinto assim.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Meu Deus!
O que são essas coisas aqui dentro?
Minha coluna dói.
O pensamento não para.
Sinto-me viva e estagnada.
Estico-me e encolho ao mesmo tempo.
Amanhã é sábado, quero extravasar, me falta dinheiro ou coragem?
Parece que não fiz nada no dia de hoje a não ser rir e pensar.
Sempre os pensamentos, que sugam minha sanidade.
Os cabelos estão sujos e amanhã acordo cedo.
Me preocupo com a noite, ligo, mando mensagens, quero abraço, companhia.
Ainda não sei.
Meus ossos falam comigo a todo instante.
Talvez não quizesse estar aqui, não agora.
A admiração anterior não cessa.
Leio Adélia, sinto-me feliz, mas falta algo ainda.
Estou confusa, (grande novidade)
O ócio me faz comer e pensar.
Quero explodir; não consigo.
As costas doem
Estou enjoada
As pernas coçam
O ronco do estômago.
Posso eu com isso? Comigo?
Ainda não sei.
Minha coluna dói.
O pensamento não para.
Sinto-me viva e estagnada.
Estico-me e encolho ao mesmo tempo.
Amanhã é sábado, quero extravasar, me falta dinheiro ou coragem?
Parece que não fiz nada no dia de hoje a não ser rir e pensar.
Sempre os pensamentos, que sugam minha sanidade.
Os cabelos estão sujos e amanhã acordo cedo.
Me preocupo com a noite, ligo, mando mensagens, quero abraço, companhia.
Ainda não sei.
Meus ossos falam comigo a todo instante.
Talvez não quizesse estar aqui, não agora.
A admiração anterior não cessa.
Leio Adélia, sinto-me feliz, mas falta algo ainda.
Estou confusa, (grande novidade)
O ócio me faz comer e pensar.
Quero explodir; não consigo.
As costas doem
Estou enjoada
As pernas coçam
O ronco do estômago.
Posso eu com isso? Comigo?
Ainda não sei.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Ah!
Se eu pudesse sair correndo pelas ruas, mesmo sem ter rumo.
Sem precisar voltar ou chegar em algum lugar.
Se o céu permanecesse azul claro por todo o dia.
E eu tivesse uma bicicleta cor de rosa cheia de fitilhos coloridos pendurados nela.
Sair correndo de patins em uma cidade onde não houvessem carros ou motos.
Se eu tivesse coragem de nas costas colocar uma mochila bem pesada com menos da metade das minhas coisas.
E fosse por ai, sem medo de amar, aquilo ou aqueles.
Escapasse das conversas cansadas.
E pudesse viver de escrever aquilo que meu coração diz.
Colorir muros com as cores mais simples.
Sonhar verdadeiramente acordada.
E escutar o som dos pássaros perto de mim.
Se eu pudesse chorar pra fora o que chora agora por dentro.
Se eu não tivesse medo de ser feliz.
Se as pessoas ficassem sempre perto de mim.
Se eu pudesse ser eu, em todos os momentos.
Ah.
Encantamentos
Obrigo-me a dormir ao menos até que toque o despertador, vou de um lado para o outro.
Uma noite inteira de sonhos revelam-me aquilo que não quero deixar que aconteça;
um corpo, uma boca se mostram.
A cabeça encostada na pia do banheiro e os dedos dos pés, antes com as unhas pintadas de branco, agora com a pintura arranhada pelo chão de ontem de tarde.
A blusa lavada, mas o cheiro do forte perfume permanece. Uma presença.
Afogo-me em chocolates para curar uma possível falta. De manhã o café não permitido e o inevitável esvaziamento.
Sinto-me leve e pesada ao mesmo tempo.
Brigo comigo mesma na fila: sim e não; sim e não; talvez.
Não sei, falta-me compreensão.
Peço a Ele que eu possa compreender-me. Sentir é perigoso.
E o que será feito de hoje? Que não se faz mais necessário o encontro?
Os pensamentos aos poucos irão embora, mais um começo de semana em plena terça-feira, outras parcerias surgirão e então!
Encantarei-me novamente?
Talvez sim, talvez não. Talvez sim, talvez não.
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